Estamos em guerra.
Contra o mundo.
Contra a vida.
Como um tabuleiro de xadrez, viver é um jogo.
Como se nós fossemos as peças brancas e a vida as peças pretas.
Fazemos a primeira jogada, determinamos quantas jogadas mais teremos em cada movimento.
Um jogo longo ou curto.
Devemos ser racionais pra não levarmos um xeque mate.
Devemos tomar cuidado em cada jogada, caso contrário;
Menos uma chance, menos uma estratégia, Até todas se irem, e não restar peças para jogar, para formar uma estratégia, para vencer.
Pois se as peças acabarem, você terá que fugir da vida.
Fugir, fugir e fugir.
Até que não haja mais saídas, e você leve o golpe final.
Fugir, não é viver, então não fuja, pois a vida é sua de ninguém mais.
Então se você quer vencer, a cada peça que você perder não se abale.
Uma peça a menos não determina quem vence ou ganha.
Uma peça a menos não diminui suas possibilidades.
Não lhe torna menos capaz.
Quem determina se você é capaz, se você vai vencer ou viver como um perdedor, um fugitivo, é você.
Apenas você.
Tome as frente desse jogo, não deixe a vida lhe abalar, ela está lá pra lhe testar, testar o quão merecedor o quão capaz você é, prove a ela que é você quem está no controle.
A cada peça que você perder, renove suas estratégias, não há deixe lhe vencer.
Pois nesse jogo, no seu jogo, apenas você vai determinar como a vida deve ser e acabar.
Não deixe que o xeque mate seja fácil, dificulte, não o deixe chegar, não desista.
Quem comanda esse jogo é você.
Todos nós temos um vilão, ele se chama vida, e cabe a nós vence-lo.
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