"Se tem uma coisa que aprendi, é isso: todos nós queremos que tudo fique bem. Nem mesmo desejamos que as coisas sejam fantásticas, maravilhosas ou extraordinárias. Satisfeitos, aceitamos o bem, porque, na maior parte do tempo, bem é o suficiente." - David Levithan
domingo, 27 de março de 2016
sábado, 26 de março de 2016
Voltar no tempo
Desejei voltar no tempo, naquele dia no cinema.
Queria colocar um bilhete no espelho do meu quarto, dizendo "não vá".
Não vá, pois ele só vai te iludir.
Queria voltar no tempo e ter escolhido outro programa, que não fosse cinema, que eu não ficasse tanto tempo sozinha com você.
Pois assim, você não teria chance de me confundir.
Queria ter aminésia, e esquecer o que aconteceu.
Então não ficaria relembrando toda vez que tento seguir em frente.
Queria voltar no tempo e gritar "por quê?"
Por que você rouba meu coração e descarta em seguida?
Queria que seu sorriso não fosse tão lindo.
Talvez assim eu não tivesse prestado tanta atenção.
Queria não ser tão prestativa.
Afinal, eu fui lhe ver aquele dia para te consolar, e agora, quem precisa de consolo sou eu.
Queria que você não me procurasse bêbado.
Suas palavras me atingem tanto quanto cada ação sua naquele dia.
Queria modificar minhas palavras, naquele momento que você perguntou se seu braço estava muito pesado, sobre meu ombro.
Isso com certeza te manteria mais afastado de mim, e do meu coração.
Queria apagar da memória, o fato de você ser tão fofo enquanto dorme em meu braço.
Queria eu ter prendido sua mão e impedido de que ela se aproximasse do meu cabelo.
A sensação permanece tão viva quanto cada sorriso seu.
Queria entender porque você segurou minha mão.
Se não queria permanecer de mãos dadas.
Eu simplesmente queria não ter uma memória tão boa, não ver todos esses sinais que acreditei ser sinais.
Não me apaixonar pela maneira carinhosa que me tratou, pelo maneira a vontade que estava e pelos sorrisos que me direcionou.
Qual a razão disso tudo?
Eu não entendi até hoje.
Seja qual for, tem me afetado nesses ultimos meses.
Fico com aquele dia na mente, martelando e martelando.
Por que você me chamou para ir ao cinema de novo?
Por que disse que faltou eu no show do ano novo?
Por que ligou para eu bêbado, com essa desculpa de ligar para uma garota bonita?
Por que você faz tudo isso, e depois finje que nada aconteceu?
Por que me confunde, me rouba do mundo para si, e não explica a razão?
Estou cansada, de ser sua garota nos dias de embreaguês, e sua amiga quando está sóbrio.
Tudo o que eu queria, era nunca ter aceitado aquele convite. O convite que me tirou a paz e instaurou a confusão.
Só acordo todos os dias, e peço para esquecer o quão lindo é o seu sorriso, e como me dá paz a sua voz.
Quem sabe amanhã seja o dia, em que eu esqueça.
Queria colocar um bilhete no espelho do meu quarto, dizendo "não vá".
Não vá, pois ele só vai te iludir.
Queria voltar no tempo e ter escolhido outro programa, que não fosse cinema, que eu não ficasse tanto tempo sozinha com você.
Pois assim, você não teria chance de me confundir.
Queria ter aminésia, e esquecer o que aconteceu.
Então não ficaria relembrando toda vez que tento seguir em frente.
Queria voltar no tempo e gritar "por quê?"
Por que você rouba meu coração e descarta em seguida?
Queria que seu sorriso não fosse tão lindo.
Talvez assim eu não tivesse prestado tanta atenção.
Queria não ser tão prestativa.
Afinal, eu fui lhe ver aquele dia para te consolar, e agora, quem precisa de consolo sou eu.
Queria que você não me procurasse bêbado.
Suas palavras me atingem tanto quanto cada ação sua naquele dia.
Queria modificar minhas palavras, naquele momento que você perguntou se seu braço estava muito pesado, sobre meu ombro.
Isso com certeza te manteria mais afastado de mim, e do meu coração.
Queria apagar da memória, o fato de você ser tão fofo enquanto dorme em meu braço.
Queria eu ter prendido sua mão e impedido de que ela se aproximasse do meu cabelo.
A sensação permanece tão viva quanto cada sorriso seu.
Queria entender porque você segurou minha mão.
Se não queria permanecer de mãos dadas.
Eu simplesmente queria não ter uma memória tão boa, não ver todos esses sinais que acreditei ser sinais.
Não me apaixonar pela maneira carinhosa que me tratou, pelo maneira a vontade que estava e pelos sorrisos que me direcionou.
Qual a razão disso tudo?
Eu não entendi até hoje.
Seja qual for, tem me afetado nesses ultimos meses.
Fico com aquele dia na mente, martelando e martelando.
Por que você me chamou para ir ao cinema de novo?
Por que disse que faltou eu no show do ano novo?
Por que ligou para eu bêbado, com essa desculpa de ligar para uma garota bonita?
Por que você faz tudo isso, e depois finje que nada aconteceu?
Por que me confunde, me rouba do mundo para si, e não explica a razão?
Estou cansada, de ser sua garota nos dias de embreaguês, e sua amiga quando está sóbrio.
Tudo o que eu queria, era nunca ter aceitado aquele convite. O convite que me tirou a paz e instaurou a confusão.
Só acordo todos os dias, e peço para esquecer o quão lindo é o seu sorriso, e como me dá paz a sua voz.
Quem sabe amanhã seja o dia, em que eu esqueça.
Toda essa confusão
O clima por aqui costuma ser confuso. Tem dias, como foi hoje, que se inicia com chuva, então no inicio da tarde ela passa, e o céu fica nublado, para que termine a tarde com sol, até a noite cair.
Tenho me sentido assim, como o clima da cidade, confusa. Sou chuva e sou sol, mesmo que eu prefira o nublado.
Eu não sei.
Simplesmente não sei como lidar com esse turbilhão, essa tempestade em minha cabeça. É como se de uma semana para cá uma nuvem pairasse sobre mim, e ela só faz chover, embaralha minhas ideias, e acaba com elas, como se eu as estivesse escrito em um papel e toda vez que fosse as ler, elas se dissolvessem com a chuva.
Eu estava tão satisfeita com tudo. Me senti mais madura e bem resolvida, tudo estava em paz. Mas agora... me sinto em uma guerra, entre o fogo cruzado, correndo desesperada de um lado para outro, e caindo nesse lamaçal que os dias chuvosos em minha mente tem me trazido.
Queria fujir, sou covarde, sou viciada em fugir. Sinto vontade de correr, me esconder, negar tudo, ignorar tudo, me trancar em uma redoma. Mas para onde eu vou, a chuva me acompanha, a correnteza me empurra, o lamaçal me afunda, e minha mente grita para que eu me resolva.
Como?
Como vou resolver isso?
Quero gritar que não depende só de mim. Quero culpar alguém. Quero fingir que está tudo bem. Porém, não está, não mais.
Decida.
Minha mente implora.
Mas, essa tempestade acaba com todas minhas ideias escritas, todos meus planos, minhas palavras...
Como vou decidir?
No impulso? Sob pressão?
Não sou boa nisso, nunca fui. Não sou assim.
Mas, eu não quero mais, não consigo mais esperar.
A paz se foi. Esperar para que?
Quero ir embora? Ou quero ficar? Eu queria ficar. Mas estou quase indo.
Sorrir? Ou chorar? Eu queria sorrir. Mas só consigo chorar.
Tudo isso, porque eu sei que não depende só de mim.
De segunda, a domingo
Essa foi uma semana daquelas. Daquelas que eu queria poder pular, de segunda para o domingo da semana seguinte.
O que começou ruim, terminou pior ainda. O que era para ser incrivel, após tantos anos de espera acabou me preenchendo de muitos mais sentimentos ruins.
Nada foi como esperado, e parece que no fim, enquanto todos sorriem graças a mim. Eu me calo, e tento sufocar tudo com um sorriso. As vezes fica dificil fingir, mas o que a gente não faz para ver sorrisos de quem amamos.
Frustração me persegue, após meses de paz e risos, briga e distancia retornam. Depois de todo o planejamento e correria por outrem, mesmo que na minha semana de acumulo, todo o esforço foi visualizado e descartado como lixo. Realmente, eu deveria parar de tentar. Hoje, eu só queria gritar e jogar algumas coisas, quebra-las, e chorar.
Sei que a vida não é como queremos, mas, absolutamente nada? Nenhuma migalha a vida me dá, não importa o quanto eu me esforce. Eu quero tanto desistir, mas essa esperança não morre, não importa o quanto seja pisoteada, ela ainda permanece firme.
O que começou ruim, terminou pior ainda. O que era para ser incrivel, após tantos anos de espera acabou me preenchendo de muitos mais sentimentos ruins.
Nada foi como esperado, e parece que no fim, enquanto todos sorriem graças a mim. Eu me calo, e tento sufocar tudo com um sorriso. As vezes fica dificil fingir, mas o que a gente não faz para ver sorrisos de quem amamos.
Frustração me persegue, após meses de paz e risos, briga e distancia retornam. Depois de todo o planejamento e correria por outrem, mesmo que na minha semana de acumulo, todo o esforço foi visualizado e descartado como lixo. Realmente, eu deveria parar de tentar. Hoje, eu só queria gritar e jogar algumas coisas, quebra-las, e chorar.
Sei que a vida não é como queremos, mas, absolutamente nada? Nenhuma migalha a vida me dá, não importa o quanto eu me esforce. Eu quero tanto desistir, mas essa esperança não morre, não importa o quanto seja pisoteada, ela ainda permanece firme.
segunda-feira, 14 de março de 2016
A felicidade está em nós
Chega um momento da vida que temos que dar um tempo.
Das buscas incessáveis que fazemos.
Buscamos alguém, um par, a metade da laranja, a tampa da panela, nossa outra metade... um amor.
Achamos que nele vamos encontrar a felicidade.
Queremos encontrar nossa felicidade em outra pessoa, como é possível?
Enlouquecemos, por querer de outro alguém o que nem mesmo nós conseguimos.
Nos desesperamos, pensando que é esse o caminho.
Não raciocinamos.
Nos martirizamos.
Nos condenamos.
Felicidades.
Como encontra-la?
Por que outra pessoa tem o dever de nos proporcionar a NOSSA felicidade?
Entregar a nossa realização de vida nas mãos de outra pessoa.
Jogar nossa própria responsabilidade em outra pessoa.
Pense.
É um absurdo.
Somos preguiçosos.
Somos aproveitados.
Somos covardes.
É nossa felicidade, é nossa vida, é nosso desejo, e, nossa total responsabilidade adquiri-la.
O que te faz feliz?
Dançar? Dance.
Rir? Ria.
Amar? Ame.
Viajar? Viaje.
Dormir? Durma.
Mas, não seja egoísta, não seja preguiçoso, não seja dependente.
Dance sozinho, não espere que lhe convidem.
Ria de si, ria por bobagens, faça as pessoas rirem, não espere que alguém lhe faça dar risadas, se você mesmo não consegue o fazer.
Ame, mas não espere ser amada de volta, ame pela sensação de amar, não de ser amado.
Viaje, não espere as pessoas poderem faze-lo, faça só, conheça novas pessoas.
Durma, não por estar decepcionada demais com a vida para sair, isso é fugir, não é dormir. Durma por gostar do conforto, gostar da preguiça, da sensação de ausência de compromissos.
Faça o que ama, pelo prazer de lhe fazer bem.
Não espere que outra pessoa sinta o mesmo. Queira o mesmo. Precise do mesmo.
Seja independente.
Encontre sua felicidade, agarre-a. Não a deixe ir.
Ela é sua, é você que decide baseado em que. Você que decide os motivos para que ela permaneça.
Pois, se você não é capaz de fazer apenas você feliz, você não vai ser capaz de manter a felicidade a dois.
Dupla felicidade é para corajosos.
Não seja um covarde, sem felicidade alguma.
O amor vem depois, vem no momento certo.
No fim, não é ele o sentimento que tanto desejamos. Ele é apenas um desvio que inventamos, um obstaculo criado por nós preguiçosos.
Nosso maior desejo, sempre vai ser a felicidade, independente dos meios.
Das buscas incessáveis que fazemos.
Buscamos alguém, um par, a metade da laranja, a tampa da panela, nossa outra metade... um amor.
Achamos que nele vamos encontrar a felicidade.
Queremos encontrar nossa felicidade em outra pessoa, como é possível?
Enlouquecemos, por querer de outro alguém o que nem mesmo nós conseguimos.
Nos desesperamos, pensando que é esse o caminho.
Não raciocinamos.
Nos martirizamos.
Nos condenamos.
Felicidades.
Como encontra-la?
Por que outra pessoa tem o dever de nos proporcionar a NOSSA felicidade?
Entregar a nossa realização de vida nas mãos de outra pessoa.
Jogar nossa própria responsabilidade em outra pessoa.
Pense.
É um absurdo.
Somos preguiçosos.
Somos aproveitados.
Somos covardes.
É nossa felicidade, é nossa vida, é nosso desejo, e, nossa total responsabilidade adquiri-la.
O que te faz feliz?
Dançar? Dance.
Rir? Ria.
Amar? Ame.
Viajar? Viaje.
Dormir? Durma.
Mas, não seja egoísta, não seja preguiçoso, não seja dependente.
Dance sozinho, não espere que lhe convidem.
Ria de si, ria por bobagens, faça as pessoas rirem, não espere que alguém lhe faça dar risadas, se você mesmo não consegue o fazer.
Ame, mas não espere ser amada de volta, ame pela sensação de amar, não de ser amado.
Viaje, não espere as pessoas poderem faze-lo, faça só, conheça novas pessoas.
Durma, não por estar decepcionada demais com a vida para sair, isso é fugir, não é dormir. Durma por gostar do conforto, gostar da preguiça, da sensação de ausência de compromissos.
Faça o que ama, pelo prazer de lhe fazer bem.
Não espere que outra pessoa sinta o mesmo. Queira o mesmo. Precise do mesmo.
Seja independente.
Encontre sua felicidade, agarre-a. Não a deixe ir.
Ela é sua, é você que decide baseado em que. Você que decide os motivos para que ela permaneça.
Pois, se você não é capaz de fazer apenas você feliz, você não vai ser capaz de manter a felicidade a dois.
Dupla felicidade é para corajosos.
Não seja um covarde, sem felicidade alguma.
O amor vem depois, vem no momento certo.
No fim, não é ele o sentimento que tanto desejamos. Ele é apenas um desvio que inventamos, um obstaculo criado por nós preguiçosos.
Nosso maior desejo, sempre vai ser a felicidade, independente dos meios.
Cegos
Temos tanto,
Porém, desejamos mais.
Nunca é o suficiente,
Nunca é bom o bastante,
Estamos sempre nos vitimizando.
Não agradecemos,
Não nos contentamos,
Nos menosprezamos,
Nos diminuímos,
Nos recusamos a ver a verdade.
Nos negamos a dizer que temos o suficiente;
O suficiente para tomar um café de manhã,
O suficiente para ter água quente para um banho,
O suficiente para jantarmos, antes de deitar em nossas camas e descansar.
O suficiente para respirar sem ajuda de aparelhos,
O suficiente para caminharmos por conta própria.
O suficiente para nos transportarmos até nossos trabalhos.
O suficiente para ver o céu cheio de estrelas.
O suficiente para sorrir todos os dias.
Esquecemos.
Esquecemos completamente, que nossas vidas não tem prazo determinado.
Hoje, amanhã, daqui dias, meses ou anos, pode ser nossa última chance.
De sorrir.
De agradecer, por tudo o que temos.
Pois, somos cegos.
Cegados pelos nossos sentimentos;
Egoismo e ambição.
E, o triste,
É que eles nos impedem de conhecer a felicidade.
Nos impedem de apreciar;
Mais um dia de vida,
Um por do sol,
A sensação do vento nos tocando,
A paz de fechar os olhos e dormir.
E o hilário, é que a gente demora tanto para perceber tudo isso. Tanto, que as vezes, é tarde demais.
Porém, desejamos mais.
Nunca é o suficiente,
Nunca é bom o bastante,
Estamos sempre nos vitimizando.
Não agradecemos,
Não nos contentamos,
Nos menosprezamos,
Nos diminuímos,
Nos recusamos a ver a verdade.
Nos negamos a dizer que temos o suficiente;
O suficiente para tomar um café de manhã,
O suficiente para ter água quente para um banho,
O suficiente para jantarmos, antes de deitar em nossas camas e descansar.
O suficiente para respirar sem ajuda de aparelhos,
O suficiente para caminharmos por conta própria.
O suficiente para nos transportarmos até nossos trabalhos.
O suficiente para ver o céu cheio de estrelas.
O suficiente para sorrir todos os dias.
Esquecemos.
Esquecemos completamente, que nossas vidas não tem prazo determinado.
Hoje, amanhã, daqui dias, meses ou anos, pode ser nossa última chance.
De sorrir.
De agradecer, por tudo o que temos.
Pois, somos cegos.
Cegados pelos nossos sentimentos;
Egoismo e ambição.
E, o triste,
É que eles nos impedem de conhecer a felicidade.
Nos impedem de apreciar;
Mais um dia de vida,
Um por do sol,
A sensação do vento nos tocando,
A paz de fechar os olhos e dormir.
E o hilário, é que a gente demora tanto para perceber tudo isso. Tanto, que as vezes, é tarde demais.
Quanto?
Quantos erros são necessários para um acerto?
Quantas perdas são necessárias, para aprender a valorizar.
Quantas lágrimas são necessárias, para superar.
Quantas decepções são necessárias, para amadurecer.
Quanta solidão é necessária, para encontrar a felicidade.
Quanta dificuldade é necessária, para se tornar forte.
Quanto precisamos mudar, para sermos pessoas melhores.
Quanto precisamos desapegar, para seguirmos em frente.
Quanto tempo precisamos, para aprender a deixar o tempo agir.
Quantas perdas são necessárias, para aprender a valorizar.
Quantas lágrimas são necessárias, para superar.
Quantas decepções são necessárias, para amadurecer.
Quanta solidão é necessária, para encontrar a felicidade.
Quanta dificuldade é necessária, para se tornar forte.
Quanto precisamos mudar, para sermos pessoas melhores.
Quanto precisamos desapegar, para seguirmos em frente.
Quanto tempo precisamos, para aprender a deixar o tempo agir.
Ele disse
Ele me disse, que deveríamos casar,
Eu aceitei em meio a risos,
Era tudo uma brincadeira, fazia parte das nossas brincadeiras.
Dizem que toda brincadeira tem um fundo de verdade.
Eu sei que no fundo acreditei na possibilidade.
Ele me disse, que se eu morresse, ele me beijaria e diria, agora você não tem como se esquivar.
Eu ri, pois realmente me impressionei com o fato dele não ter superado o ocorrido.
Ele diz sempre, não morra.
Eu prometo ficar viva.
Ele me disse você é linda,
Eu disse que não diria o mesmo, pois a vez que o disse ele respondeu dizendo eu sei.
Ele riu.
Ele me disse que estava tudo acabado entre nós, de novo.
Eu ri, por ter certeza de que para ele me dizer aquilo, eu devo te-lo frustrado no minimo 1/3 do que ele me frustrou.
Mas, como se acaba o que nunca começou? Ainda mais, de novo.
Só que quando ele me disse isso, eu não sabia que era verdade.
Realmente estamos acabados.
Eu aceitei em meio a risos,
Era tudo uma brincadeira, fazia parte das nossas brincadeiras.
Dizem que toda brincadeira tem um fundo de verdade.
Eu sei que no fundo acreditei na possibilidade.
Ele me disse, que se eu morresse, ele me beijaria e diria, agora você não tem como se esquivar.
Eu ri, pois realmente me impressionei com o fato dele não ter superado o ocorrido.
Ele diz sempre, não morra.
Eu prometo ficar viva.
Ele me disse você é linda,
Eu disse que não diria o mesmo, pois a vez que o disse ele respondeu dizendo eu sei.
Ele riu.
Ele me disse que estava tudo acabado entre nós, de novo.
Eu ri, por ter certeza de que para ele me dizer aquilo, eu devo te-lo frustrado no minimo 1/3 do que ele me frustrou.
Mas, como se acaba o que nunca começou? Ainda mais, de novo.
Só que quando ele me disse isso, eu não sabia que era verdade.
Realmente estamos acabados.
Culpa minha
Eu acreditei, fielmente, cegamente, que as coisas seriam diferente.
Me enganei. Cai com tudo, de cara no mesmo buraco.
Eu acreditei que o fato de eu estar mais madura evitaria o inevitável.
Subestimei a força dos sentimentos e me dei mal. Esqueci que sentimentos nada tem a ver com maturidade. São livres.
E a culpa, é unicamente minha.
Acreditar que poderia manter próximo alguém que um dia foi dono de todo o sentimento existente em meu peito.
Acreditar que tudo não voltaria.
Decepções acontecem apenas quando criamos grandes expectativas em relação a algo, ou alguém.
Por isso, repito que a culpa foi inteiramente minha.
Se ontem, eu estava mau humorada, para baixo, ou indignada. Assumo a responsabilidade, a culpa é minha.
Quis construir um poço de água em meio ao deserto. Tentei tornar únicas, palavras comuns. Me esforcei para fazer uma limonada com um limão já espremido. Insisti em pegar desvios, para acabar na mesma rua sem saída. Tentei fundir a água e o óleo. Persisti em fazer pão, sem fermento. Acreditei novamente, em algo que nunca existiu em nenhum lugar além da minha mente.
É hora de tentar novamente seguir em frente, te deixar para trás.
É eu descobri, que nem amigos podemos ser, não da minha parte ao menos.
Nenhuma maturidade ou paz de espirito conseguiria afogar meus sentimentos por você.
E eu poderia dizer que nunca vou encontrar alguém incrível como você, mas a realidade é que, você não é nada incrível, nada do que eu admiro, nada do que realmente me atrai. Mas, como eu disse, sentimentos são livres, e os meus gostam de ficar apegados a você, seja lá por qual motivo.
Na realidade, não são necessários motivos para sentir.
Durante muito tempo, desejei voltar no tempo e te desconhecer. Porém, eu tento acreditar que tudo na vida tem um motivo, se o motivo de eu ter lhe conhecido não for aumentar o índice de frustração da minha vida, deve ter sido para me mostrar que nem tudo o que queremos conseguimos.
As vezes, me sinto como uma criança olhando o doce mais alto da prateleira, sem poder alcança-lo, é frustrante.
Apesar de tudo, não sou mais criança, não vou chorar por não conseguir o que quero, vou achar um jeito de sair desse estado de espirito que você me deixou, vou colocar um sorriso no rosto, procurar alguma outra coisa que eu queira, e, obtê-la.
Não vou dizer que vou fechar a porta para você nunca mais entrar, porque, por mais que eu tente, o meu coração deixa sempre uma frestinha aberta para o caso de você mudar de ideia.
Fazer o que, a gente no fundo, nem manda na gente, quanto mais nos outros.
Me enganei. Cai com tudo, de cara no mesmo buraco.
Eu acreditei que o fato de eu estar mais madura evitaria o inevitável.
Subestimei a força dos sentimentos e me dei mal. Esqueci que sentimentos nada tem a ver com maturidade. São livres.
E a culpa, é unicamente minha.
Acreditar que poderia manter próximo alguém que um dia foi dono de todo o sentimento existente em meu peito.
Acreditar que tudo não voltaria.
Decepções acontecem apenas quando criamos grandes expectativas em relação a algo, ou alguém.
Por isso, repito que a culpa foi inteiramente minha.
Se ontem, eu estava mau humorada, para baixo, ou indignada. Assumo a responsabilidade, a culpa é minha.
Quis construir um poço de água em meio ao deserto. Tentei tornar únicas, palavras comuns. Me esforcei para fazer uma limonada com um limão já espremido. Insisti em pegar desvios, para acabar na mesma rua sem saída. Tentei fundir a água e o óleo. Persisti em fazer pão, sem fermento. Acreditei novamente, em algo que nunca existiu em nenhum lugar além da minha mente.
É hora de tentar novamente seguir em frente, te deixar para trás.
É eu descobri, que nem amigos podemos ser, não da minha parte ao menos.
Nenhuma maturidade ou paz de espirito conseguiria afogar meus sentimentos por você.
E eu poderia dizer que nunca vou encontrar alguém incrível como você, mas a realidade é que, você não é nada incrível, nada do que eu admiro, nada do que realmente me atrai. Mas, como eu disse, sentimentos são livres, e os meus gostam de ficar apegados a você, seja lá por qual motivo.
Na realidade, não são necessários motivos para sentir.
Durante muito tempo, desejei voltar no tempo e te desconhecer. Porém, eu tento acreditar que tudo na vida tem um motivo, se o motivo de eu ter lhe conhecido não for aumentar o índice de frustração da minha vida, deve ter sido para me mostrar que nem tudo o que queremos conseguimos.
As vezes, me sinto como uma criança olhando o doce mais alto da prateleira, sem poder alcança-lo, é frustrante.
Apesar de tudo, não sou mais criança, não vou chorar por não conseguir o que quero, vou achar um jeito de sair desse estado de espirito que você me deixou, vou colocar um sorriso no rosto, procurar alguma outra coisa que eu queira, e, obtê-la.
Não vou dizer que vou fechar a porta para você nunca mais entrar, porque, por mais que eu tente, o meu coração deixa sempre uma frestinha aberta para o caso de você mudar de ideia.
Fazer o que, a gente no fundo, nem manda na gente, quanto mais nos outros.
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