domingo, 31 de maio de 2015

Sub entendido

Vamos fingir.
Que não nos conhecemos.
Que não nos importamos.
Que não fiz diferença em sua vida, ou você na minha.
Que não sei seus segredos e você não sabe os meus.
Que você nunca reclamou dela pra mim.
Que nunca sentimos ciúmes.
Que nunca sentimos nada um pelo outro.
Que nunca nem quisemos saber como seriamos nós.
Que sempre nos vimos como amigos apenas.
Que não postamos coisas pra provocar um ao outro.
Que você nunca tocou seu violão só pra me ver sorrir.
Que nunca chorei por você.
Que nunca nos ferimos.
Que nunca nos xingamos ou nos magoamos.
Que nunca pedimos desculpas.
Que nunca tentamos reviver os bons tempos.
Que o tempo e a vida não nos afastou.
Que nossas conversas nunca foram necessárias pra vida um do outro.
Que nunca corremos um para o outro pedindo consolo.
Que não mudamos.
Que não desistimos um do outro.
Vamos deixar sub entendido que está tudo bem entre nós, nossas vidas e relacionamentos.
Pois, não nos conhecemos mais.
"Esta tudo bem" vamos repetir isso pra nós mesmos, até nos convencermos.

sábado, 30 de maio de 2015

Nada apegada

Enjoei.
Das músicas,
Das companhias,
Dos estudos,
Dos trabalhos,
Dos videos,
Dos filmes,
Dos namorados,
Do cotidiano,
Das roupas,
Das paredes,
Das casas,
Só não enjoei de você.
Me explique porque, pra que eu possa me apegar à algo que não seja você.
Já que você não é apegado a mim.

.


quarta-feira, 20 de maio de 2015

Ser mulher

A grande maioria das pessoas tem essa visão limitada.
Hoje eu ouvi a frase " agora sim você parece uma mulher", após terem me maquiado. O que me deu pena, dessas pessoas.
Isso é ser mulher? Usar maquiagem e sapato?
Me desculpem, mas vocês precisam se valorizar.
Ser mulher, não é esconder meus defeitos atrás de muito "reboco" e se achar poderosa por saber andar em um salto.
Ser mulher do meu ponto de vista é deixar seus defeitos aparentes, é provar que são insignificantes se comparados a suas qualidades, é deixar que vejam quem você realmente é, e ter certeza que vão lhe querer assim.
E acima de tudo não achar que apenas um salto te eleva,  mas que mesmo descalça você é incrivel!
Ser mulher é ter coragem de se amar como é, e ter capacidade de assumir a demora pra que alguém do sexo oposto faça o mesmo por você. É saber viver só, antes de acompanhada. É ter a certeza que é linda e que as pessoas à acham também.
Não porque sua maquiagem te deixou assim, ou o seu sapato. E sim por você acordar todos os dias e não deixar de tomar seu café porque alguém não preparou, pois você sabe fazer sozinha, e muito bem por sinal. É enfrentar um trânsito cheio de péssimos motoristas e ser você a pobre alma que recebe as piadinhas machistas, mesmo que seja a  mais prudente, e mesmo assim persistir. É saber que você vai passar pela tpm todo mês, vai estar com cólica e nem por isso vai deixar de trabalhar, estudar e fazer suas tarefas de casa, e ainda assim, se você ficar um pouquinho mal humorada vão lhe criticar, e você mesmo assim vai continuar a enfrentar isso todo mês, sem escolha. Ser mulher é fazer muita coisa ao mesmo tempo, e ainda reclamar de não conseguir fazer o suficiente. Ser mulher é aguentar dores, sem reclamar, e não deixar que estas interfiram. Ser mulher é ser frágil e transparecer ser forte.
Ser mulher envolve muito além de uma maquiagem e um salto.
Eu aprendi com a vida, que ser mulher é eu estar em guerra com a vida, mas mostrar um sorriso pro mundo.
Pois mulher que é mulher, esconde seus problemas do mundo, com um sorriso, não esconde as marcas que a vida lhe deu, por ser forte e sobreviver.

domingo, 17 de maio de 2015

domingo, 10 de maio de 2015

Bagunça

Olhando o meu quarto hoje eu me pergunto;
Quando foi que eu virei essa bagunça?
Logo eu que sempre gostei de tudo organizado.
Meu quarto é o reflexo da minha vida.
Uma bagunça.
Algumas vezes eu organizo ele, mas uma hora depois esta um caos de novo.
Eu não sei o que devo jogar fora, o que devo guardar.
Acabo guardando coisas que nunca utilizarei, apenas por ter essa ilusória ideia de que um dia me vá ser necessário.
Não jogo fora coisas do passado, porque eu sei que vou querer recordar. Seja com um sorriso ou com uma lágrima.
Algumas malas estão feitas, muitas caixas já estão seladas, estou pronta pra mudança.
Mais uma.
Passei a vida toda me mudando, encaixotando e desencaixotando.
Em cada mudança jogo muitas coisas no lixo, deixo muitas memórias pra trás, esqueço pessoas.
Mas parece que nunca é o suficiente.
A bagagem nunca fica mais leve, nunca fica menor.
Sempre mudamos e acreditamos que a vida vai mudar, e ela acaba não mudando. Sabe por quê?
Pois somos os mesmos. Não importa o lugar ou quantas vezes nos mudemos.
Mas não esse ano. Estou uma bagunça e não consigo me organizar.
Não sou a mesma.
Perdi o controle das coisas e isso me assusta.
Controle sempre foi tudo o que tive, já abri mão de coisas e pessoas apenas pra não perder o controle.
E parece que de nada valeu.Pois estou paralizada. Minha mente está a mil, mas perdi a capacidade de agir.
Preciso me reorganizar, preciso tentar.
Há quantos dias não arrumo minha cama? Quantos dias faltam pras provas? Quantos trabalhos nem iniciados tenho?
Talvez eu precise apenas de um bom chocolate quente, um livro envolvente e um pouco mais de tempo pra mim.
Preciso deixar os problemas gerais em segundo plano, deixar que outras pessoas cuidem deles um pouco e resolver os meus problemas. Os problemas que se eu não resolver ninguém irá.

sábado, 9 de maio de 2015

Nosso vilão

Estamos em guerra.
Contra o mundo.
Contra a vida.
Como um tabuleiro de xadrez, viver é um jogo.
Como se nós fossemos as peças brancas e a vida as peças pretas.
Fazemos a primeira jogada, determinamos quantas jogadas mais teremos em cada movimento.
Um jogo longo ou curto.
Devemos ser racionais pra não levarmos um xeque mate.
Devemos tomar cuidado em cada jogada, caso contrário;
Menos uma chance, menos uma estratégia, Até todas se irem, e não restar peças para jogar, para formar uma estratégia, para vencer.
Pois se as peças acabarem, você terá que fugir da vida.
Fugir, fugir e fugir.
Até que não haja mais saídas, e você leve o golpe final.
Fugir, não é viver, então não fuja, pois a vida é sua de ninguém mais.
Então se você quer vencer, a cada peça que você perder não se abale.
Uma peça a menos não determina quem vence ou ganha.
Uma peça a menos não diminui suas possibilidades.
Não lhe torna menos capaz.
Quem determina se você é capaz, se você vai vencer ou viver como um perdedor, um fugitivo, é você.
Apenas você.
Tome as frente desse jogo, não deixe a vida lhe abalar, ela está lá pra lhe testar, testar o quão merecedor o quão capaz você é, prove a ela que é você quem está no controle.
A cada peça que você perder, renove suas estratégias, não há deixe lhe vencer.
Pois nesse jogo, no seu jogo, apenas você vai determinar como a vida deve ser e acabar.
Não deixe que o xeque mate seja fácil, dificulte, não o deixe chegar, não desista.
Quem comanda esse jogo é você.
Todos nós temos um vilão, ele se chama vida, e cabe a nós vence-lo.

Validade

Não vou mentir.
Queria tanto ele pra mim.
O problema é que eu sei, sei que se eu consegui-lo, não vou querer mais.
Eu me conheço, sei que sou esse tipo de pessoa.
Exatamente esse tipo repugnante.
Enjoo fácil, as coisas não tem duração, as pessoas tem validade.
E isso é uma droga eu sei.
Eu já me esforcei, já tentei me apegar e fazer durar.
Mas, eu não consigo fingir, não consigo enganar tanto tempo alguém que não merece viver uma mentira,
Eu não tenho culpa, pois eu nunca sei.
Parece um sorteio, como se o premiado ganhasse minha afeição verdadeira.
Um sorteio, totalmente aleatório, nunca uma escolha.
Não tem como eu saber se vou gostar de verdade, ou se vai ser passageiro, afinal é sempre a mesma sensação ou sentimento.
A questão que fica é; será que aqueles que duram mais me conquistaram realmente? ou, eu só me acomodei a eles.
Tem coisas em nós que são tão loucas.
Ás vezes acho difícil lidar com minha própria mente.
Pois, eu tenho esse costume insano de mentir pra mim.
Mentir que não quero, não gosto, não devo, não vai dar certo.
E eu sei que é tudo um disfarce pra minha covardia.
Esse meu medo de tirar os pés do chão e não conseguir encontrar o chão novamente.
A insegurança me assusta, e a segurança me entedia.
É loucura não é?
Fico procurando respostas pras minhas dúvidas.
Mesmo sabendo que só as obterei se eu der um passo, se eu me arriscar.
E eu não consigo.
Talvez eu tenha me arriscado demais no passado, e isso tenha deixado marcas profundas demais.
Porém, eu sei que o passado é uma base pra não cometermos mesmo erros, mas não há que se falar em erros quando se tratam de pessoas.
Pessoas são imprevisíveis, somos todos diferentes uns dos outros. Nada que aconteceu em um momento da vida irá servir pra um momento futuro. Não de maneira exata.
Não somos exatos, podemos ser previsíveis mas, não exatos.
Em alguns momentos eu chego a pensar que amores, amizades ou qualquer outro relacionamento possui validade.
Mas, quando você gosta mesmo de algo, você não se importa com a validade dele, você sabe que vai aproveitar o máximo dele.
Então, será que gostamos de verdade de alguém se não estamos dispostos a nos arriscar por esta pessoa?
Nunca saberemos, afinal somos todos loucos em busca de respostas pra nossas loucuras.

.


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Saudades se esvai

Se saudades tivesse sobrenome, seria o seu.
Ontem senti tanto sua falta que me faltou ar.
Como se fosse você que  tivesse me ensinado a respirar, e sem você eu desaprendesse.
Quando as coisas boas acontecem sinto vontade de te procurar pra te contar.
Mesmo que você nem dê atenção ao que eu diga, mesmo que isso sirva apenas como uma desculpa pra estar proxima de você.
Ultimamente, qualquer coisa tem aparentado ser um motivo pra falar com você. O que não é verdade.
A única coisa que é real, é a saudades que sinto de você.
Todo o resto é uma desculpa mascarada pra que eu passe por cima do meu orgulho e corra pra você.
Fico com essa imagem de você me acolhendo em seus braços.
Mas, a saudades passa, e a ligação não atendida, a mensagem não respondida, ou o abraço não oferecido vão permanecer na minha mente.
E a dor da rejeição, sempre será maior do que a saudade que me consome por inteira.
Então vou deitar com meu celular na mão, e esperar você me ligar dizer que a saudades esta maior do que a dor de uma possivel rejeição.

Poderia

Esse é meu último relato.
Sobre alguém que poderia ter sido tudo pra mim, mas, escolheu ser nada.
Não estou relatando um ex amor, mas sim, a hipotese de um.
Fomos bem mais do que um drama.
Fomos melhores que muitos casais, e piores que o romance mais tragecomico que li.
Dariamos um ótimo livro, daqueles de completar, pois haviam lacunas demais, mas, ao menos fariamos as pessoas rirem ou se emocionarem com ele.
Seriamos os piores namorados, pois amamos a liberdade acima de muito.
Seriamos os melhores namorados,  pois, tinhamos esse lance chamado vida própria, que não nos faria sufocar um ao outro.
Seriamos requisitados, por nosso incrivel senso de humor.
E brigariamos compulsivamente pelo ciumes que isso ocasionaria.
Quando estivesse mal, você me faria rir, e quando você estivesse, eu lhe abraçaria.
Odiariamos os amigos um do outro, mas, eles nos amariam.
Viveriamos intensamente, um ao lado do outro, e não falariamos em avançar no nosso relacionamento, porque temos medo, pois somos egoistas demais pra compartilhar.
Não durariamos muito, mas, o pouco que durassemos, seria incrivel. Lembrariamos de nôs, e sorririamos.
Seriamos tudo, e nada.
Seriamos ótimos e péssimos.
Seriamos totalmente opostos e iguais.
Mas, não seremos, não fomos.
E agora é tarde.
Pois, meu coração se desapegou de você.
Quando percebi, você não estava mais lá, em meus pensamentos.
Você não faz falta, não faz bem, nem mal.
Não bagunça minha mente, não me faz perder o chão.
Não mais.
Quem diria, não é você. Talvez nunca tenha sido, e você apenas tenha conseguido entrar pois me venceu pelo cansaço.
Você veio com esse proposito, de me libertar. Mas, me deixou tão livre, que nem mesmo a vocé consegui me ater.
Você sempre será essa hipótese maravilhosa, que passou por minha vida

Aos poucos

Hoje está sendo uma tortura eu admito, talvez não hoje, mas sim essa semana. Estou dilacerada, tentei tão desesperadamente te tirar de mim. Apenas me feri. E você permanece aqui, na memória, nos meus sonhos, nas palavras, nos dialogos, nas pessoas, compenetrado a mim.
Tenho tido essa vontade imensa de correr pra você. De nos consertar, fazer com que as coisas deem certo dessa vez, te dar um tapa na sua cara e gritar "é de você que eu gosto! Pare de bancar o maluco", de te puxar mais pra perto, de lhe abraçar, de lhe perguntar "que merda você fez comigo", de lhe bater por isso.
O que afinal sinto por você?
O que realmente quero de você?
Por qual maldito motivo eu penso que tem que ser "apenas" você?
Por que você não partiu meu coração e sumiu como os outros?
Por que você tem que ser diferente?
Você, justo você.
Como você conseguiu apagar da minha mente o meu primeiro amor? Eu passei 5 anos tentando e não havia obtido sucesso ate você aparecer. O que você fez?
Como você concerta um coração dilacerado e então o abandona?
Por que continuo dizendo que você me abandonou? Fui eu que lhe proibi de saber de mim.
Eu tenho tantas perguntas e incertezas em relação a você. Mas eu escolho continuar  morrendo aos poucos com a ausência de você.

Um mês

Dois mil, quinhentos e noventa e dois segundos, quarenta e tres mil e duzentos minutos, setecentas e vinte horas, um mês, é exatamente o tempo que estou sem falar com você, subtraia todo esse tempo que descrevi, e então voltaremos exatamente ao dia em que eu decidi me ausentar da sua vida.
Foi tão fácil.
Apenas três clicks, e tudo o que eu tinha de você desapareceu, sem deixar rastros. Como se nunca houvesse existido.
Depois de todo o transtorno que você me fez passar, eu percebi como era fácil ter me livrado de tudo o que envolvia você antes. Então porque não fiz?
Por qual maldito motivo esperei  um ano pra faze-lo?
Você tem meu numero, é o mesmo. Nem se quer precisei me dar ao trabalho de bloquea-lo, você não me ligou, não me enviou sms. E eu sabia que não faria, mas, eu pensei que dessa vez, apenas dessa vez você se daria o trabalho de gastar créditos comigo, como naquela época em que você havia feito isso por mim e passava seu tempo do almoço falando comigo.
Pois bem, faz um mês.
Você tem minha amiga nas redes sociais, e não perguntou a ela sobre mim.
Você é muito orgulhoso, eu sei. Mas bem no fundo eu sei que você não fez porque não quis, pois, eu sei que você é capaz de passar por cima do orgulho, você já fez isso.
Você não quis saber meus motivos, também, depois de tudo seria até ironico você faze-lo, mas você sempre foi o mestre da ironia. Não quis reverter a situação, não quis. Exatamente esse o termo, você poderia, mas não quis. A grande verdade, é que não tem porque você querer, nossas diferenças são enormes, muito maiores do que nossos sentimentos, essa infelizmente é a realidade.
E eu aqui me perguntando porque é que senti saudades de você ontem.
Fui a um show sábado e me torturei apenas com a hipótese de você estar no mesmo local que eu. O que eu faria? Ignoraria? Lhe abraçaria? Conversariamos? Eu temi pelo pior, e se eu olhasse um casal se beijando e você fosse esse casal. De fato, seria um cheque mate. Ainda bem que você não estava, por mais que eu tenha desejado ve-lo naquele dia.
Eu sei, que você deve estar sempre acompanhado, mas eu prefiro não ver. Por que me importo? Você nunca foi meu afinal, você faz o que quiser, e eu o que eu quiser.
O problema é se o que eu quero inclui você.
Você, ai vivendo sua vida.
Provavelmente, na praia, bebendo e curtindo com seus amigos, conhecendo garotas.
E eu aqui, tentando esquecer alguém que nunca pediu pra ser lembrado. Alguém, que nunca fez nada pra merecer isso.
Está satisfeito?
Conseguiu tirar minha paz.
Por que? Por que persistir tanto? Só pra trazer caos e ir embora?
Eu estava me perguntando, o que você fez nas ferias, se teve ferias, se pensou em mim, ao menos um infimo segundo, se cogitou me ligar quando estava embreagado, ou se... o pior é se esse "se" foi o que realmente aconteceu. As chances de você estar super bem e feliz sem mim, são enormes. Porque sou eu que preciso de você e não o inverso.
Você sempre dizia que eu seria a namorada perfeita pra você, e logo em seguida afirmava que não queria namorar. E eu te odiei, profundamente por isso, ainda odeio.
Odeio, o fato de te odiar mas te querer na minha vida.
Eu não sei mais se quero namorar, não sei se daria certo, sou muito independente e egoista. Mas você, me fez acreditar que eu preciso de você, até hoje eu não sei por qual razão eu precisaria, porem, eu realmente devo precisar pois não consigo te tirar da mente. Chega a ser desgastante.
Tenho medo de um dia lhe encontrar, e você me olhar como uma estranha, isso doeria na alma.
Vocé é tão irritante, me deixa no limite, sinto raiva de você a quase todo momento,  e ainda sim, você se alastrou como um maldito virus em minha mente. Penso em você as 9:00, as 13:00 e a madrugada toda sem duvidas. Queria que você tivesse dor de cabeça todas as vezes que eu pensasse em você, então você não dormiria e talvez lembrasse de mim? Ou, no minimo iria ficar com olheiras profundas e tão acabado que não conseguiria mais garotas com tanta facilidade.
É tão dificil imaginar a hipotese de você pertencer a alguém, que não seja eu. Mesmo que você nunca tenha me pertencido.
Queria lembrar como era, quando você era insignificante pra mim, quando você me mandava piadinhas e eu pensava "que idiota"  mas, pensava isso sem dar um sorriso. Como era não se importar com você. Devia ser bem melhor.

sexta-feira, 1 de maio de 2015