De repente parei para pensar e...
Ual! A quanto tempo não parava para pensar sobre a vida? É como se eu tivesse desarmado meu guarda chuva em meio a uma chuva, fechado os olhos e deixado a chuva cair sobre mim.
Sem me preocupar. Deixei meu cabelo molhar, minha roupa encharcar e meus tênis pesarem. Caminhei, livre, com alguma dificuldade, mas eu segui. Em frente. Não tive que me preocupar se a chuva ia me molhar ou não, que diferença faz? Eu voltar para casa encharcada ou seca?
Dormi horas e horas, até não ter sono.
Pulei algumas refeições, alterei o horário de outras, acrescentei os lanches nas madrugadas.
Chorei muito. Assistindo alguns episódios de animes.
Dei uma pausa na leitura, simplesmente por não estar com vontade. Porém já retornei.
Baixei um jogo, joguei horas e horas, evolui, cresci e então enjoei. Decidi parar, jogos não são para mim.
Dei uma pausa nas series simplesmente por não sentir vontade de vê-las. Depois retomei todas e iniciei outras.
Mas as coisas que realmente me surpreenderam esse ano. Foram duas;
Me tornei mais calma, tomei controle dos meus sentimentos, mudei meu jeito de ver as coisas. Isso tem me dado uma paz enlouquecedora.
E, eu parei de escrever. Eu literalmente não tenho mais ideias, nem vontade. É como se toda aquela necessidade anterior de escrever viesse do meu caos. Eu amo escrever, mas... eu realmente amo essa paz eterna que estou vivendo. Não acredito que a escrita valha mais que minha paz. Então, provavelmente eu não vá mais escrever, meus projetos de livro ficarão inacabados.
Esse ano deixei de escrever vontades e sentimentos. Passei a vive-los. Deixei de ser a escritora e virei a personagem.
Mas vai saber não é mesmo? Eu sou como a lua, cheia de fases.
Talvez essa fase passe logo, e eu retorne.
Se ela não passar... sabem aquela frase que diz que gente feliz não escreve, não estampa. É provável que seja verdade.
Ual! A quanto tempo não parava para pensar sobre a vida? É como se eu tivesse desarmado meu guarda chuva em meio a uma chuva, fechado os olhos e deixado a chuva cair sobre mim.
Sem me preocupar. Deixei meu cabelo molhar, minha roupa encharcar e meus tênis pesarem. Caminhei, livre, com alguma dificuldade, mas eu segui. Em frente. Não tive que me preocupar se a chuva ia me molhar ou não, que diferença faz? Eu voltar para casa encharcada ou seca?
Dormi horas e horas, até não ter sono.
Pulei algumas refeições, alterei o horário de outras, acrescentei os lanches nas madrugadas.
Chorei muito. Assistindo alguns episódios de animes.
Dei uma pausa na leitura, simplesmente por não estar com vontade. Porém já retornei.
Baixei um jogo, joguei horas e horas, evolui, cresci e então enjoei. Decidi parar, jogos não são para mim.
Dei uma pausa nas series simplesmente por não sentir vontade de vê-las. Depois retomei todas e iniciei outras.
Mas as coisas que realmente me surpreenderam esse ano. Foram duas;
Me tornei mais calma, tomei controle dos meus sentimentos, mudei meu jeito de ver as coisas. Isso tem me dado uma paz enlouquecedora.
E, eu parei de escrever. Eu literalmente não tenho mais ideias, nem vontade. É como se toda aquela necessidade anterior de escrever viesse do meu caos. Eu amo escrever, mas... eu realmente amo essa paz eterna que estou vivendo. Não acredito que a escrita valha mais que minha paz. Então, provavelmente eu não vá mais escrever, meus projetos de livro ficarão inacabados.
Esse ano deixei de escrever vontades e sentimentos. Passei a vive-los. Deixei de ser a escritora e virei a personagem.
Mas vai saber não é mesmo? Eu sou como a lua, cheia de fases.
Talvez essa fase passe logo, e eu retorne.
Se ela não passar... sabem aquela frase que diz que gente feliz não escreve, não estampa. É provável que seja verdade.