Hoje está sendo uma tortura eu admito, talvez não hoje, mas sim essa semana. Estou dilacerada, tentei tão desesperadamente te tirar de mim. Apenas me feri. E você permanece aqui, na memória, nos meus sonhos, nas palavras, nos dialogos, nas pessoas, compenetrado a mim.
Tenho tido essa vontade imensa de correr pra você. De nos consertar, fazer com que as coisas deem certo dessa vez, te dar um tapa na sua cara e gritar "é de você que eu gosto! Pare de bancar o maluco", de te puxar mais pra perto, de lhe abraçar, de lhe perguntar "que merda você fez comigo", de lhe bater por isso.
O que afinal sinto por você?
O que realmente quero de você?
Por qual maldito motivo eu penso que tem que ser "apenas" você?
Por que você não partiu meu coração e sumiu como os outros?
Por que você tem que ser diferente?
Você, justo você.
Como você conseguiu apagar da minha mente o meu primeiro amor? Eu passei 5 anos tentando e não havia obtido sucesso ate você aparecer. O que você fez?
Como você concerta um coração dilacerado e então o abandona?
Por que continuo dizendo que você me abandonou? Fui eu que lhe proibi de saber de mim.
Eu tenho tantas perguntas e incertezas em relação a você. Mas eu escolho continuar morrendo aos poucos com a ausência de você.
"Se tem uma coisa que aprendi, é isso: todos nós queremos que tudo fique bem. Nem mesmo desejamos que as coisas sejam fantásticas, maravilhosas ou extraordinárias. Satisfeitos, aceitamos o bem, porque, na maior parte do tempo, bem é o suficiente." - David Levithan
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Aos poucos
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