Este ano eu comecei bem.
Eu estou mais calma, mais controlada.
Eu sinto o barulho do vento ecoando em minha mente vazia.
Eu decidi que assim é melhor para mim.
Vou ficar eu, e eu mesma aqui nesse silêncio. Enquanto o silêncio perturba alguns, no meu caso, me dá paz.
Estou vivendo esse momento incrivelmente raro, sem preocupações, sem responsabilidades. Sem o relógio me dizendo que horas acordar, que horas dormir, onde devo ir, quanto tempo falta. Sem um local em que eu precise estar. Sem um ponto para assinar, sem uma chamada para responder. Sem um horário de transporte para consultar. Sem presa para cumprir prazos, sem presa para cumprir horários. Sem aflições por expectativas, por esperas.
Algumas pessoas diriam que eu deveria estar fazendo algo, correndo atras do meu futuro.
Mas, eu já fiz, já fiz isso por anos e anos, sem uma pausa.
Então chegou o momento.
Da minha pausa.
Porque eu sou humana. A mente e o corpo tem limites. Tenho que respeita-los.
O cansaço vem, em algum momento, e eu posso me orgulhar em dizer que, eu segurei a barra. Mesmo quando alcancei meu limite, eu fui alem, não parei. E conclui o que queria, com mais exito do esperava, devo admitir.
Falta apenas um passo, para tudo estar certo em minha vida.
Então, me deixe aqui nessa cama. Me deixe relembrar um pouco o que é dormir até não ter sono, dormir em plenas 15:00 horas da tarde. Deixe que eu passe o dia todo de pijama e só saia para dar uma volta com minha cachorra. Apenas me permita ficar olhando para o teto pensando em coisas que poderia fazer, para depois olhar o relógio e ver que não da mais tempo.
Sem pressão.
Tranquila.
Posso dizer que meus dias tem sido assim.
E sabe o melhor? Não importa o quanto as pessoas digam que eu deveria fazer isso, ou aquilo.
Eu não estou afim sabe? Eu não quero agora. E sei que mereço essa pausa, mereço esse tempo, mereço desacelerar e ninguém, pode me fazer pensar o contrario.
Posso dizer que estou deixando a preguiça guiar meus dias. Ela não me permite ler ou escrever, para não dizer que nada tenho feito, posso dizer que assisto um pouco. Bem pouco.
É engraçado. Alguns meses atras uma amiga me disse que se você quiser pedir algo para alguém, deveria pedir para a pessoa mais ocupada, que faz coisas o dia todo, pois essa pessoa faria o que você pedisse. Ao contrario da pessoa que não faz nada, sempre tem tempo, se você pedisse para essa, ela não faria. Eu me lembro de ter concordado e pensado que eu me encaixava nessa que fazia muito, e ainda sim faria o que me foi solicitado. Engraçado né? Como o mundo da voltas, não acho que faz mais de três meses que essa conversa aconteceu, porém, agora, eu faço parte do grupo que não faz nada e não faria o que me pedissem.
Se tem uma coisa que aprendi, em todos esses anos, é que somos uma metamorfose ambulante, Renato Russo estava correto em assumir esse lado de preferencia. Você sabe muito mais das coisas quando conhece os dois lados da moeda, do que quando afirma cegamente que seu ponto de vista é correto, sem saber dos demais.
Por isso, acho que vou viver este lado calmo da vida por hora.
Eu estou mais calma, mais controlada.
Eu sinto o barulho do vento ecoando em minha mente vazia.
Eu decidi que assim é melhor para mim.
Vou ficar eu, e eu mesma aqui nesse silêncio. Enquanto o silêncio perturba alguns, no meu caso, me dá paz.
Estou vivendo esse momento incrivelmente raro, sem preocupações, sem responsabilidades. Sem o relógio me dizendo que horas acordar, que horas dormir, onde devo ir, quanto tempo falta. Sem um local em que eu precise estar. Sem um ponto para assinar, sem uma chamada para responder. Sem um horário de transporte para consultar. Sem presa para cumprir prazos, sem presa para cumprir horários. Sem aflições por expectativas, por esperas.
Algumas pessoas diriam que eu deveria estar fazendo algo, correndo atras do meu futuro.
Mas, eu já fiz, já fiz isso por anos e anos, sem uma pausa.
Então chegou o momento.
Da minha pausa.
Porque eu sou humana. A mente e o corpo tem limites. Tenho que respeita-los.
O cansaço vem, em algum momento, e eu posso me orgulhar em dizer que, eu segurei a barra. Mesmo quando alcancei meu limite, eu fui alem, não parei. E conclui o que queria, com mais exito do esperava, devo admitir.
Falta apenas um passo, para tudo estar certo em minha vida.
Então, me deixe aqui nessa cama. Me deixe relembrar um pouco o que é dormir até não ter sono, dormir em plenas 15:00 horas da tarde. Deixe que eu passe o dia todo de pijama e só saia para dar uma volta com minha cachorra. Apenas me permita ficar olhando para o teto pensando em coisas que poderia fazer, para depois olhar o relógio e ver que não da mais tempo.
Sem pressão.
Tranquila.
Posso dizer que meus dias tem sido assim.
E sabe o melhor? Não importa o quanto as pessoas digam que eu deveria fazer isso, ou aquilo.
Eu não estou afim sabe? Eu não quero agora. E sei que mereço essa pausa, mereço esse tempo, mereço desacelerar e ninguém, pode me fazer pensar o contrario.
Posso dizer que estou deixando a preguiça guiar meus dias. Ela não me permite ler ou escrever, para não dizer que nada tenho feito, posso dizer que assisto um pouco. Bem pouco.
É engraçado. Alguns meses atras uma amiga me disse que se você quiser pedir algo para alguém, deveria pedir para a pessoa mais ocupada, que faz coisas o dia todo, pois essa pessoa faria o que você pedisse. Ao contrario da pessoa que não faz nada, sempre tem tempo, se você pedisse para essa, ela não faria. Eu me lembro de ter concordado e pensado que eu me encaixava nessa que fazia muito, e ainda sim faria o que me foi solicitado. Engraçado né? Como o mundo da voltas, não acho que faz mais de três meses que essa conversa aconteceu, porém, agora, eu faço parte do grupo que não faz nada e não faria o que me pedissem.
Se tem uma coisa que aprendi, em todos esses anos, é que somos uma metamorfose ambulante, Renato Russo estava correto em assumir esse lado de preferencia. Você sabe muito mais das coisas quando conhece os dois lados da moeda, do que quando afirma cegamente que seu ponto de vista é correto, sem saber dos demais.
Por isso, acho que vou viver este lado calmo da vida por hora.
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