Dia 7, de seis meses atrás. Dia 7 de todo mês. Dia 7 de domingo, um domingo depois das 7 horas. Aquele dia 7 que cai a 7 palmos do chão, partida em bem mais que 7 pedaços, chorei por bem mais que 7 horas, lembrei por bem mais que 7 dias. Odiei mais que 7 pessoas. Escrevi muito mais que 7 palavras. Senti não apenas 7 tipos de sentimentos, e mesmo que sejam a apenas seis meses que mais que 7 tijolos te trancaram no escuro, com um escrito mal feito de mais que 7 palavras, por quem nem te amava há mais de 7 anos. Mesmo que sejam só seis meses hoje, nesse dia 7, parecem 7 décadas de ausência, 7 décadas de saudade, 7 décadas de lágrimas, 7 décadas que nunca seriam suficientes pra dar adeus há mais de 7 anos. Sua falta é sentida, por bem mais que 7 horas na semana, 7 é um número pequeno pra imensidão que era você.
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