Hoje, tudo o que sei. É que não sei de nada.
Não sei nem da minha vida. Como eu poderia tentar entender a dos outros?
O que é certeza?
O que é confiança?
O que é caráter?
Quem é bom?
Quem é mal?
Qual é a verdade?
Por que sinto todas minhas certezas escapando por entre meus dedos?
De repente, minha vida não é mais tão real. Tudo não passou de uma encenação.
E quem amei recebia uma apunhalada a cada passo que dava. Mas, ela sorria.
Por que ela sorria?
Por qual motivo você sorri mulher? Enquanto sangra?
Por que você continua caminhando?
Você não vê? Não sente?
Ela não via. Ela não sentia. Ela não sabia.
Porém ela sorria.
Então deve estar tudo bem.
Ela sempre me disse que estava tudo bem. Ela sempre me contou como eramos felizes. Ela sempre tornou os problemas ínfimos. E ela sempre me disse e fez isso sorrindo.
Eu acreditei nela. Aceitei a verdade dela.
Nossa linda historinha de conto de fadas.
Mas fadas não existem né? Demoraram tempo demais para contar a ela.
Ela caminhava sorrindo, com um laço nos olhos que nos ligava. Um laço que dizia "felicidade". Foi o que contaram para ela. Foi o que ela mesma se fez acreditar.
Ela juntou tudo. Tudo o que ela nunca teve, tudo o que ansiou por toda uma vida ter, e nomeou aquilo como felicidade. Era finalmente hora do seu conto de fadas. Seu final feliz a esperava.
Por essa razão, ela disse a si mesmo que suas lágrimas, eram de felicidade. Por isso ela continuava caminhando mesmo após cada apunhalada em suas costas. Para tentar alcançar seu final feliz. Para que nós víssemos, seu exemplo.
Não sei nem da minha vida. Como eu poderia tentar entender a dos outros?
O que é certeza?
O que é confiança?
O que é caráter?
Quem é bom?
Quem é mal?
Qual é a verdade?
Por que sinto todas minhas certezas escapando por entre meus dedos?
De repente, minha vida não é mais tão real. Tudo não passou de uma encenação.
E quem amei recebia uma apunhalada a cada passo que dava. Mas, ela sorria.
Por que ela sorria?
Por qual motivo você sorri mulher? Enquanto sangra?
Por que você continua caminhando?
Você não vê? Não sente?
Ela não via. Ela não sentia. Ela não sabia.
Porém ela sorria.
Então deve estar tudo bem.
Ela sempre me disse que estava tudo bem. Ela sempre me contou como eramos felizes. Ela sempre tornou os problemas ínfimos. E ela sempre me disse e fez isso sorrindo.
Eu acreditei nela. Aceitei a verdade dela.
Nossa linda historinha de conto de fadas.
Mas fadas não existem né? Demoraram tempo demais para contar a ela.
Ela caminhava sorrindo, com um laço nos olhos que nos ligava. Um laço que dizia "felicidade". Foi o que contaram para ela. Foi o que ela mesma se fez acreditar.
Ela juntou tudo. Tudo o que ela nunca teve, tudo o que ansiou por toda uma vida ter, e nomeou aquilo como felicidade. Era finalmente hora do seu conto de fadas. Seu final feliz a esperava.
Por essa razão, ela disse a si mesmo que suas lágrimas, eram de felicidade. Por isso ela continuava caminhando mesmo após cada apunhalada em suas costas. Para tentar alcançar seu final feliz. Para que nós víssemos, seu exemplo.
Nós devemos sorrir enquanto caminhamos feridos carregando nosso mundo nas costas.
Não é mesmo?
Mas hoje. Não está tão fácil de sorrir quando percebo que a pessoa que se esforçou tanto para me ensinar a sorrir está chorando por dentro.
Foi aquele dia. O palco desmoronou. O cenário da nossa historinha despencou.
Nesse dia. Eu fiz o que você me ensinou durante tanto tempo. Segurei nosso mundo nas costas sorri para você e afirmei que ficaríamos bem.
Você acreditou em mim. Como eu sempre acreditei em você.
Mas parece que a cada dia que passa, vem uma ventania e traz um escombro do passado para nosso presente.
E isso torna tudo tão mais exaustivo.
Não importa para mim, se o castelo de cristal que você sempre achou que tínhamos era na verdade um montinho de areia suja.
Vamos apenas juntar esses escombros e fazer uma fogueira. Vê-los queimar e sumir.
E nem mesmo o fogo dessa fogueira nos vai ser necessário. Já temos tudo o que precisamos.
Tudo.
E se por acaso fizer frio. Só precisa segurar minha mão, que posso aquecer a sua para você. Como você sempre fez por mim.
Mas hoje. Não está tão fácil de sorrir quando percebo que a pessoa que se esforçou tanto para me ensinar a sorrir está chorando por dentro.
Foi aquele dia. O palco desmoronou. O cenário da nossa historinha despencou.
Nesse dia. Eu fiz o que você me ensinou durante tanto tempo. Segurei nosso mundo nas costas sorri para você e afirmei que ficaríamos bem.
Você acreditou em mim. Como eu sempre acreditei em você.
Mas parece que a cada dia que passa, vem uma ventania e traz um escombro do passado para nosso presente.
E isso torna tudo tão mais exaustivo.
Não importa para mim, se o castelo de cristal que você sempre achou que tínhamos era na verdade um montinho de areia suja.
Vamos apenas juntar esses escombros e fazer uma fogueira. Vê-los queimar e sumir.
E nem mesmo o fogo dessa fogueira nos vai ser necessário. Já temos tudo o que precisamos.
Tudo.
E se por acaso fizer frio. Só precisa segurar minha mão, que posso aquecer a sua para você. Como você sempre fez por mim.
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