Quando eu escrevi que realmente não imaginava o que estava por vir, quando me muda-se eu realmente não fazia ideia, do quanto as coisas mudariam, e no fim, acabariam como de costume.
Nesses meses, eu me apaixonei, eu sofri, me reapaixonei, e acabei percebendo que não tenho mais um coração aberto e fácil de se adaptar, notei o quão indiferente a pessoa q eu estava apaixonada ontem pode se tornar hoje, e acima de tudo que não importam quantos venham ou vão, nunca vão te fazer sentir como um dia alguém te fez, pq não importa quantos ou quem sejam, cada um é cada um, e vc tem diferentes tipos de pensamentos e sentimentos em relação a eles.
As pessoas não tem me motivado a escrever, não mais. Más algo aconteceu nesse natal, durante anos tive o natal como uma data depressiva por me lembrar coisas que queria esquecer, mas a partir do dia 22 as coisas mudaram, tenho um novo motivo pra sorrir, pra ir trabalhar todos os dias e voltar pra casa, ela se chama Lumi, e é uma linda filhotinha de Pitbull, ela é linda, e me fez pensar em quão fácil é amar, alguns minutos e você já faz tudo por essa criaturinha, se amar os humanos fosse fácil assim, meu coração estaria transbordando, mas humanos são tão complexos.
Nós humanos somos tão imbecis, nos propomos a fazer coisas as vezes, e o tempo passa e não queremos mais, mas o desafio foi feito, nosso ego não o quer deixar pra lá, por mais q não te traga mais proveito algum, somos assim escravos de nosso ego, de nosso orgulho, de nossas metas, isso é tão vago.
Então lá vamos nós, provar para o mundo q conseguimos o q dissemos q seria nosso, e acabamos tratando as pessoas como um troféu para aumentar nossa estima, como somos fúteis. Sabe qual o problema disso tudo? é quando a pessoa merece q você faça dela apenas mais uma figurinha para o seu álbum de conquistas, mas mesmo assim o seu lado bondoso surge do nada e faz você se sentir mal pelo q fez, e faz você pensar na possibilidade de que "e se ele realmente estava falando a verdade" é difícil né? ver as pessoas chorando por você, e se sentir culpado e não fazer nada. Ai você vai e retrocede como se nunca tivesse aprendido na vida q as pessoas não mudam, que os sentimentos não brotam do nada, que quando você coloca um ponto final não se deve abrir um novo paragrafo.
Maldita piedade, quando toma conta de nós, quando sentimos dó de alguém, a compaixão as vezes ultrapassa o orgulho e a vontade própria, e ai você faz aquilo q não devia, diz o q não sente, o q não queria dizer, pra confortar alguém q deveria aprender a superar sozinho, e depois de algum tempo a pessoa faz merda, como todos fazem, e você nem se quer se decepciona, pq quando não há mais sentimentos como amor, ou gostar você não se importa.
Não façam as coisas pelos outros, façam por vocês, ou então nem façam.

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