Tenho estado aqui parada, observando o mundo se mover, sem vontade de sair dessa inercia. A vida não tem sido uma grande motivação, mas então, quanto eu finalmente resolvo me mover, um primeiro e leve movimento, um passo apenas, talvez dois. Levo um puxão brusco, puxada para trás. Há essa corrente imensa presa aqui em meu peito, se eu tento me afastar ela lateja, e me traz uma enxurrada de memórias. Elas doem, me fazem sentir raiva, me trazem essa saudades desesperada. E quando me desespero, faço coisas estupidas, por esse exato motivo sempre me previno. Apago todos os meios que possuo de resgatar o passado. Não importa o quanto isso me frustre depois. Devo permanecer parada. Voltar ao passado? Sob hipótese alguma.
Estou me esforçando ao máximo, achei que a ausência de saudades era um sinal, uma bandeira alta e visível de liberdade. Mas mesmo que meus pés ou mãos estejam desatados, continuo presa, por meu coração. Estou vivendo essa eterna incógnita de como me libertar. Devo? Se realmente quero. Pois, a vontade aparente não pulsa como a motivação de uma verdade real. Deveria eu assassinar meus próprios sentimentos? Ou continuar implorando silenciosamente por um novo elo, um novo destinatário no final dessa corrente. Até hoje, foi a única maneira que encontrei de caminhar adiante. Ao menos, todas as vezes que muda o destinatário, dói menos, me importo menos, sinto menos, mas ainda sim, continua lá. Todos meus sentimentos focados em uma só pessoa, me cegando para outros corações disponíveis. Estou acostumada. A não ser minha própria dona e fingir que sou. A sentir, e fingir que não sinto. A mentir todos os dias, não apenas para o mundo, mas para eu mesma.
Estou me esforçando ao máximo, achei que a ausência de saudades era um sinal, uma bandeira alta e visível de liberdade. Mas mesmo que meus pés ou mãos estejam desatados, continuo presa, por meu coração. Estou vivendo essa eterna incógnita de como me libertar. Devo? Se realmente quero. Pois, a vontade aparente não pulsa como a motivação de uma verdade real. Deveria eu assassinar meus próprios sentimentos? Ou continuar implorando silenciosamente por um novo elo, um novo destinatário no final dessa corrente. Até hoje, foi a única maneira que encontrei de caminhar adiante. Ao menos, todas as vezes que muda o destinatário, dói menos, me importo menos, sinto menos, mas ainda sim, continua lá. Todos meus sentimentos focados em uma só pessoa, me cegando para outros corações disponíveis. Estou acostumada. A não ser minha própria dona e fingir que sou. A sentir, e fingir que não sinto. A mentir todos os dias, não apenas para o mundo, mas para eu mesma.
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