Abra a porta garota!
Ouça, estão batendo.
Alguns há anos, outros a meses e tambem aqueles que recem chegaram a ela.
Apenas abra, deixe que um deles entre.
Deixe-o colar seus pedaços.
Deixe-o lhe dar um motivo pra sorrir.
Deixe-o lhe impedir de desmoronar por completo.
Deixe-os saber a verdade.
Diga que sua mente é uma confusão e não consegue domina-la.
Diga que já não sabe mais usar o seu coração.
Diga que seus sentimentos e vontade se perderam.
Diga apenas, que por mais que tente, não consegue mais.
Já faz tanto tempo que a garota anda sozinha, que já se esqueceu que a vida é pra ser compartilhada.
As batidas continuam.
Abra a porta!
A garota não consegue.
Ouve as batidas do outro lado, mas não se move.
Apenas um movimento... um giro da chave.
Mas ela ja não sabe qual chave é.
Ela não sabe pra qual batida deve abrir.
Ela não consegue girar a chave.
Ela é fraca demais pra abrir a porta, e compartilhar sua vida com alguem.
Porem, é forte suficiente pra continuar vivendo sozinha, em um mundo compartilhado.
A garota se pergunta, por que continuam à bater?
Por que todos que olham pra ela, acreditam que ela lhe trará sorrisos.
Como ela pode faze-lo, se seus proprios sorrisos são apenas ensaiados.
Quem será a proxima vitima, que atravessara a porta e se perderá na escuridão por tras dela, até ser expulso dela e voltar ao mundo sozinho como se tivesse participado de uma guerra, sido vencido, e só fossem lhe sobrar eternas cicatrizes.
A garota não tem medo de abrir a porta por si.
A garota tem medo por quem à atravessa-la.
Medo de destruir mais uma alma, como um dia alguém destruiu a dela.
Ouça, estão batendo.
Alguns há anos, outros a meses e tambem aqueles que recem chegaram a ela.
Apenas abra, deixe que um deles entre.
Deixe-o colar seus pedaços.
Deixe-o lhe dar um motivo pra sorrir.
Deixe-o lhe impedir de desmoronar por completo.
Deixe-os saber a verdade.
Diga que sua mente é uma confusão e não consegue domina-la.
Diga que já não sabe mais usar o seu coração.
Diga que seus sentimentos e vontade se perderam.
Diga apenas, que por mais que tente, não consegue mais.
Já faz tanto tempo que a garota anda sozinha, que já se esqueceu que a vida é pra ser compartilhada.
As batidas continuam.
Abra a porta!
A garota não consegue.
Ouve as batidas do outro lado, mas não se move.
Apenas um movimento... um giro da chave.
Mas ela ja não sabe qual chave é.
Ela não sabe pra qual batida deve abrir.
Ela não consegue girar a chave.
Ela é fraca demais pra abrir a porta, e compartilhar sua vida com alguem.
Porem, é forte suficiente pra continuar vivendo sozinha, em um mundo compartilhado.
A garota se pergunta, por que continuam à bater?
Por que todos que olham pra ela, acreditam que ela lhe trará sorrisos.
Como ela pode faze-lo, se seus proprios sorrisos são apenas ensaiados.
Quem será a proxima vitima, que atravessara a porta e se perderá na escuridão por tras dela, até ser expulso dela e voltar ao mundo sozinho como se tivesse participado de uma guerra, sido vencido, e só fossem lhe sobrar eternas cicatrizes.
A garota não tem medo de abrir a porta por si.
A garota tem medo por quem à atravessa-la.
Medo de destruir mais uma alma, como um dia alguém destruiu a dela.

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