domingo, 20 de maio de 2012

Somo humanos, e humanos erram,
Com os erros aprendemos,
Cada nova lição uma porcentagem a mais de maturidade,
Quanto mais experiências, obtemos mais conhecimento,
E no decorrer mudamos, perdemos a inocência de criança que tínhamos para com a vida e as pessoas.
Nos tornamos mais realistas, deixamos nossas visões utópicas de lado.
Quando menos esperamos, já não sonhamos, acreditamos menos e confiança se torna rara.
Agora me diga você...
Quem é mais feliz?
Uma criança com toda sua inocência e falta de conhecimento, ali vulnerável.
Ou...
Um adulto com seus ideias firmados, mal confiando em sua sombra e sempre na defensiva.
Por isso, eu digo que não faço mais planos.
me encaixo no meio disso tudo, passei da infância, mas ainda não sou adulta.
Então, é tempo de errar, de tentar concertar, de se arriscar.
Erre o máximo que puder.
Mas erre com pessoas que com o tempo você possa dizer "embora eu tenha errado, ele era apenas mais um erro".
Não erre com quem te ama, não erre com alguém que pode estar do seu lado o resto dos seus dias.
Pois apesar de termos todo direito de errar.
Somos humanos, não computadores.
Não temos lixeira, não recuperamos, não retrocedemos, não formatamos, e acima de tudo, não reiniciamos.
Então qualquer erro cometido com alguém que é importante, apesar de algumas vezes ser perdoado, ele não pode ser apagado.
É possível esquecer fatos, memórias, pessoas, coisas....
Porém, o que se esquece, se pode lembrar,
Esquecer não é o mesmo que apagar.

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